Em Portugal – Concentração de Garanhões para animais reprovados

Posted in Uncategorized on Novembro 20, 2009 by pitamarissa

 

INFORMAÇÃO IMPORTANTE

 

Informa-se todos os interessados que a APSL irá efectuar uma concentração de Garanhões, para admissão de animais inscritos no Livro de Nascimentos, ao Livro de Adultos. Esta concentração destina-se a animais que tenham sido reprovados em anteriores concentrações, e nos termos previstos pela APSL. Segundo informação que me foi transmitida telefonicamente pelo Eng. João Ralão (Secretário Técnico da APSL), esta reavaliação irá decorrer no dia 09 de Dezembro (quarta-feira – no dia imediatamente após o feriado de 08 de Dezembro), na Companhia das Lezírias.

Para mais informações, e para a eventualidade de alterações de agendamento, os interessados deverão contactar os serviços da APSL.

Contacto APSL

Morada: Rua Sebastião José Carvalho e Melo, 157-1 Dtº

2750-483 CASCAIS

PORTUGAL

Tels.: 21 354 16 84 / 21 354 16 88 / 21 354 17 42

Fax: 21 354 16 66

Tlms.: 91 866 01 89 / 91 866 02 03

Com os melhores cumprimentos,

Rodrigo Almeida

A primeira ida à Feira da Golegã

Posted in Uncategorized on Novembro 19, 2009 by pitamarissa

Seguramente… dois amigos!

 

Para um criador é deveras gratificante ver a primeira ida de um poldro que viu nascer, à feira da Golegã. É quase como uma apresentação à sociedade de algo que idealizei, vi crescer, e finalmente tive algumas certezas quanto ao carácter.

Não há dúvida que a ida de um poldro novo à feira da Golegã (neste caso três anos), não deve constituir parte do desbaste, como afirmou, e bem, o meu amigo e cavaleiro Jorge Sousa, mas permite ao criador ter percepções, quanto à forma como reage a situações completamente novas (fundamental na avaliação de carácter).

Evidentemente que assumi cuidados redobrados, e as vezes que foi ao Largo do Arneiro, já montado, foi sempre muito cedo (hora de menos confusão de carros e cavalos), por volta das 09 – 10 horas da manhã. Quanto a resultados devo dizer que não ganhou nenhuma medalha, pois nunca constituiu opção, a sua inscrição no concurso de modelo e andamentos, mas passou com mérito e distinção a todas as situações novas que lhe foram apresentadas (desde a ida montado para o Arneiro até ao alojamento temporário, mas prolongado, na caseta).

Depois de toda a esta agitação cabe ao José Santana (equitador que montou o Bailarino na Feira) transmitir-me se a Feira constituiu factor de libertação, de medos e inseguranças, do nosso Bailarino.

Deixo-vos o registo fotográfico.

 

Com amizade,

Rodrigo

 

Novo site – Coudelaria Frederico Bonacho

Posted in Uncategorized on Novembro 18, 2009 by pitamarissa

 

 Para aqueles que desconhecem o criador de animais, como o Sal (propriedade de International Gosto Equino – http://www.ige-pt.com/) e o Sol (propriedade de Dr. Jaime Malta Vacas – http://www.lusitanomv.com/), deixo-vos a sugestão de visitarem o novo site de Frederico Bonacho dos Anjos e conhecerem de perto os objectivos de criação de um criador originário da Golegã, terra a quem a raça Lusitana deve tanta genialidade.

 

O Dr. Frederico Bonacho – Feira da Golegã de 2009

 

De pequena dimensão, mas de grande ambição e pragmatismo, esta coudelaria já produziu animais como a Laranja (Campeã dos Campeões no Festival do Cavalo Lusitano em 1995), o Sal (actualmente montado pelo cavaleiro Nuno Palma na Alemanha) e o Sol, entre outros tais.

Aqui vos deixo este cartão de visita ao Ilustre advogado, amigo, e criador: http://bonachohorselusitano.com/

 

Com amizade,

Rodrigo

Nuno Palma montando o Sal

Almansor da Broa – Feira da Golegã 2009

Posted in Uncategorized on Novembro 17, 2009 by pitamarissa

 

Segundo informação que circulava na Feira da Golegã, o Almansor da Broa, pertencente ao ilustre criador Manuel Tavares Veiga, estará em breve de partida para o Brasil, uma vez que supostamente terá sido adquirido por um criador brasileiro.

Ainda da mesma fonte, circula a informação que o Viheste, pertencente à Fundação Alter Real, terá igualmente sido adquirido por outro criador brasileiro, e que por tal, também partirá dentro em breve para o Brasil.

Parabéns aos dois criadores brasileiros por estas duas aquisições, que só aumentam o prestígio do cavalo Lusitano!

Posted in Uncategorized on Novembro 5, 2009 by pitamarissa

II GRANDE ENTREVISTA a Francisco Cancella de Abreu

FCA

 Por Rodrigo Coelho de Almeida

 Dentro do mundo do cavalo Lusitano, nomeadamente entre as raças congéneres que se propõe à produção de cavalos de sela para o mercado, há que procurar ser assertivo no direccionamento e posicionamento de uma raça que pertence à Humanidade. Nesse propósito e atendendo a que cada “guinada” nos destinos da raça, deve ser pensada e reflectida por todos, uma vez que em termos comparativos, a condução de uma raça se assemelha à condução de um barco de grande envergadura, pela lentidão que importa qualquer mudança de direcção, e pela forma como os seus consequentes efeitos implicam no destino proposto. Há que estar consciente que em biologia, para o bem ou para o mal, os efeitos do trabalho de selecção e melhoramento, perduraram no tempo por via da transmissibilidade entre gerações.

 Contudo, prudência não pode significar imobilismo, e aqui há que assumir o papel que se impõe a cada um de nós, enquanto membros de uma sociedade global, que é o da participação!

 No âmbito do voluntarismo e participação anti-dogmática que referi, pedi ao Francisco Cancella de Abreu que desse o seu contributo por via das respostas às questões colocadas, e como é habitual as suas respostas surgiram prontas, e da forma que podem ler na entrevista abaixo exposta.

 

RCA – Quais considera os factores de diferenciação do Puro-Sangue Lusitano, face às outras raças de cavalos de sela?

 FCA – Face às outras raças o Lusitano apresenta-se como um atleta inferior, mas de superior facilidade para se deixar montar, com invejável atitude mental. O warmblood tem que juntar talento à capacidade atlética, e o Lusitano capacidade atlética ao talento, o que é mais fácil.

 Acabou ontem o Fórum Internacional do Lusitano na Dressage, que reforçou unanimemente esta ideia deixando ainda recomendações para a criação e treino.

 

RCA – Tendo como pano de fundo a apetência morfo-funcional da raça, vê como vantajoso um afunilamento da criação, para o objectivo da dressage?

 FCA – Aplicando os critérios exigentíssimos para obter um bom cavalo de dressage (temos já múltiplos exemplos), melhoramos a capacidade atlética e a consequente qualidade e correcção dos andamentos na maioria dos produtos. Ou seja, estamos a produzir um cavalo onde se potenciam as qualidades raciais pelo acréscimo da força física. No fundo um animal cujo valor de mercado crescerá na direcção dos altíssimos preços praticados no warmblood.

A título de exemplo, veja-se as ofertas milionárias que teve já um Spartacus. Representam os mesmos valores de um warmblood de qualidade. É nessa direcção que proponho a evolução da raça, conseguir fazer vários Spartacus por ano, e subir o nível médio geral, para que a actividade de criador não seja desesperantemente ruinosa.

Claro que numa peara há sempre animais que não atingem o nível mais alto, ou o porte desejado, embora tenham substancialmente mais força, podendo ser superiores nas modalidades tradicionais, por estarem solidamente acima da média nacional.

Este fim-de-semana senti que a questão que agora apoquenta os mais pessimistas, reforçada pelo atipissismo das poldras da Herdade das Figueiras que apresentámos neste Fórum, é a perda de caracteres raciais.

Para os assegurar estão convidados a assistir às primeiras provas de dressage de 2010, onde aparecerão mais 2 animais de 4 anos de altíssima qualidade e aptidão, e neste caso absolutamente típicos. Não há qualquer risco da perda do tipo convexilineo, apenas casualmente, e como sempre aconteceu, uns saem mais raciais, outros menos, o que não impede estas poldras de serem mães de poldros absolutamente típicos. Aliás como já acontece com um filho claramente sub convexo, da poldra de 4 anos. Mistérios da genética!

 

RCA – O objectivo de criar cavalos de Grande Prémio, para aqueles que assumem a dressage como o seu objectivo de criação, deve constituir uma finalidade ou uma consequência, atendendo a que o mercado da procura é maioritariamente constituído por cavaleiros cujo nível ronda o médio/baixo (objectivo lazer de fim de semana)?

 FCA – O objectivo da criação só pode ser um, o máximo possível, pois se nos contentarmos em misturar ingredientes médios ou baixos, contrariando as leis da natureza, só uma pequena parte dos produtos poderá chegar ao nível médio, mas os outros serão tristemente inferiores, apenas próprios para passeio, ou fazer mortadelas com valores de mercado ridículos (temos milhares de exemplos destes)

Esta situação está infelizmente eternizada em muitas coudelarias portuguesas. Hoje já não é possível ter uma fábrica de Fiats 500, e sonhar em vendê-los a preço de Ferrari.

Os compradores dispostos a pagar preços altos, ou têm conhecimentos, ou vêm assessorados por profissionais. O tempo da compra a granel já acabou.

Proponho fazer a curto prazo, dezenas de cavalos, que após correcta preparação, possam valer mais de 100.000€, usando as técnicas mais eficazes – nenhuma delas de minha invenção.

Talvez brevemente, e com o recurso a técnicas modernas, seja possível criar apenas cavalos de Grande Prémio, creio contudo que esse é o objectivo mais inteligente. Em princípio só se deveriam usar reprodutores testados a esse nível.

Como foi referido nem todos os descendentes estarão ao máximo nível, mas sendo correctos e atletas, há níveis inferiores de competição onde podem ser competentes, também com excelente valor no mercado.

Convém saber que, quanto mais baixo o nível melhores têm que ser os andamentos, tendo como extremo oposto ao GP, as provas de cavalos novos FEI.

 

RCA – Quais as qualidades morfológicas e anímicas que lhe garantem que está perante um animal de qualidade superior? É possível recolher evidências desta qualidade aos três/quatro anos, atendendo a que, e no caso da dressage, são inúmeros os casos de grandes promessas que nunca chegam a Grande Prémio?

FCA – Estou a reunir dados para tentar conseguir obter informações fiáveis a partir da desmama. Creio que dentro de dois anos serão publicáveis, embora não tenham valor científico por serem de um pequeno efectivo.

Esta seria uma das mais nobres missões de uma FAR ou uma APSL. Constituiriam outra grande ajuda para os criadores.

Os estudos feitos em França com o equimetrix (sistema computadorizado que avalia a impulsão, no caso Francês, adaptado ao salto) tem ajudado os criadores a tomar decisões de venda precoces, porque os valores fiáveis revelados pelo dispositivo, limitam determinado cavalo à pequena competição.

Imagine-se o dinheiro e desilusões que poupa!

Quanto a qualidades anímicas, os Lusitanos têm as necessárias, contudo, os inteiros têm tendência para serem excessivamente quentes e “animosos”, o que dificulta ou até inviabiliza a sua utilização em prova antes de atingirem a maturidade.

Cada vez mais gente está convencida que a castração é a “friendly solution”, e que não é preciso que cada égua tenha um marido como se tem promovido.

 A morfologia é alindada mas muito fraca, no entanto uma grande parte dos cavalos colapsa irremediavelmente com peso do cavaleiro, isso obviamente só se pode saber a partir do momento em que leva o peso em cima.

 No entanto na parte de locomoção dos poldros à solta, temos indícios de força facilmente reconhecíveis e que podem prever os casos de incapacidade ou colapso, tais como: o tipo de trajectória dos curvilhoes e das soldras; a verticalidade do aprumo dos posteriores (sem torção) na volta; o modo de pisar e a actividade dos posteriores, que permitem uma regularidade ampla dos 3 andamentos; a impulsão do trote e do galope (distância ao solo da fase aérea); a direcção e sustentação do movimento. Tudo isto qualidades que olhos educados detectam rápidamente. No salto em liberdade, uma boa técnica de dorso e posteriores, também garante uma melhor capacidade de carga futura.

 

RCA – Que futuro perspectiva para a equitação tradicional, atendendo a que a grande maioria dos criadores e utilizadores se encontram “focados” na dressage?

 FCA – A equitação tradicional terá máquinas mais potentes à disposição, e pode optar pelos de primeira qualidade de maior porte, ou pelos que ficaram mais pequenos, mas em nada piores, e claramente mais adequados aos percursos da modalidade.

O que a equitação tradicional tem obrigatoriamente de fazer, é melhorar a técnica de trabalho dos cavalos, tornando-se mais respeitadora das etapas fundamentais da escala de treino. E não contentar-se em reduzir pelo freio, as já fracas possibilidades atléticas dos cavalos. A má técnica condena ao insucesso, em cada ano que passa, centenas de cavalos com potencial.

 

RCA – Considera que um cavalo de toureio deve ser avaliado para reprodutor, segundo os mesmos critérios que a restante população?

 FCA – Os cavalos de toureio têm que ser avaliados pelas performances, dentro da sua modalidade como é óbvio. A questão para mim é simples, entre 2 bons cavalos de toureio, deitaria às éguas o que tivesse andamentos mais correctos. Quem quiser complicar, deve utilizar a pontuação oficial como critério.

 

RCA – No panorama das linhas genéticas existentes e da informação oficial, acha que o criador médio e iniciado, sem a ajuda de um profissional habilitado, tem facilidade em dar um contributo positivo ao aperfeiçoamento zootécnico e sanitário da raça?

 FCA – Na sequência do que respondi acima, a pontuação oficial e a chuva de medalhas, servem para vender mais caro os cavalos e ponto final.

Não são de modo nenhum informações sobre a qualidade, ficando-se pelas belezas do tipo desejado,  e assim contribuindo definitivamente para a confusão e falta de transparência, que passado tantos anos creio já ser propositada, para alguns obterem inconfessáveis dividendos.

Portanto quem não tiver outra alternativa de avaliação, demorará com sorte 35 anos, a fazer o que se deve fazer em 10, sem sorte. E se seguir a “exaustiva e transparente informação” disponível, sobre os reprodutores, índices de fiabilidade….. etc., em conjunto com os “exigentes” protocolos sanitários, escolherá seguramente um garanhão com sémen “animoso”, excelente transmissor de doenças degenerativas! Prestando assim à raça, o contributo que oficialmente se espera!

Um criador não tem obrigação de ter o golpe de vista de um profissional, para isso nos outros países existem associações de cada raça, que fazem regularmente a formação de criadores, e disponibilizam informação, clara, transparente, e esmiuçada, sobre os reprodutores, aconselhando até os casamentos.

 Em Portugal insiste-se em manter e aumentar, com medidas aparentemente evolutivas, o meio século que nos separa das raças rentáveis. 

Um total amadorismo comanda uma actividade, que há muito deveria ser uma indústria de grande rentabilidade. Somos os donos de uma raça de cavalos extraordinária, era tempo de a tratar com o respeito e técnica devida.

 

RCA – Acha que o salto em liberdade apenas revela a apetência saltadora, ou utilizada com critério pode revelar características de grande interesse para a criação?

 FCA – A pergunta já foi em parte anteriormente respondida, mas o salto em liberdade, que uso desde 1974 (comecei com toda a peara do Novilheiro), tem-me dado valiosas informações e ajudado a tomar as decisões mais radicais.

 O salto é mais um movimento do cavalo, tão útil e natural como o deitar ou levantar, fundamental a um herbívoro, já que se não for capaz de saltar agilmente, é o primeiro a ser comido.

 É portanto um revelador de capacidades atléticas, e de uma serie de qualidades como: inteligência, equilíbrio, finura, coordenação, superação, coragem, reflexos….

Os cavalos débeis revelam-se mais excitados, os poderosos enfrentam o esforço com mais tranquilidade, consegue-se ver quem é mais elástico que forte, e vice-versa. Os equilibrados mantêm o galope, os desequilibrados estão sempre em aceleração e cumprem mal as distâncias… o esquema que uso pode ser visto em www.nawpn.org/keuring/.

O movimento é avaliado em 9 parâmetros: direcção da batida, velocidade da batida, técnica dos anteriores, técnica dos posteriores, técnica do dorso, força para voar, profundidade, elasticidade, cuidado e atitude, que se podem resumir em: reflexos, técnica e força para voar.

A raça tem geralmente boa técnica de diante, e a atitude é muito boa. Também de modo geral a técnica de posteriores, dorso e capacidade de voar são más, e quando são boas, correspondem a cavalos futuramente mais poderosos. Recomendo sinceramente que se pratique, e através da revisão dos vídeos, se eduque o olhar.

Para mais, as competições de salto em liberdade vão fazer parte da animação das feiras, cada criador pode aparecer com o seu talentoso saltador.

Bailarino da Pitamarissa em 31-10-2009 – montado por José Santana (sob orientação técnica do Sr. Eng.º Bento Castelhano)

Posted in Uncategorized on Novembro 1, 2009 by pitamarissa

Bailarino Bailarino Bailarino Bailarino BailarinoBailarino

 

Bailarino

 

Caros Amigos,

Quero deixar aqui um sinal de agradecimento público ao profissionalismo, ética, técnica e qualidades humanas, que neste caso em particular foram decisivos, na formação e orientação deste conjunto.  Claro está, que me estou a referir ao Eng.º Bento Castelhano, e aos resultados que as fotografias evidenciam.

Lamentavelmente, e por motivos profissionais, o Eng.º Bento Castelhano partiu para Espanha, contudo, hoje em dia as distâncias relativizaram-se, e o conjunto mantém um apoio técnico à distância.

Uma “pedra angular” deste feliz encontro, digo mesmo essencial, é a colaboração, empenho, humildade, seriedade e ambição de um cavaleiro que poucos conhecem, mas que tem revelado resultados, que ultrapassaram largamente as minhas expectativas. O meu obrigado ao Sr. José Santana, pela atenção e zelo, com que no dia-a-dia cuida, monta e trata o Bailarino… como se fosse seu!!! Os resultados estão à vista…

Com o que acabei de escrever quero dizer que, não basta criar animais de qualidade, há que procurar que a qualidade encontre mais qualidade. A título de exemplo, de que nos serve ter a máquina mais avançada e eficiente do mundo, se não tivermos um operador habilitado para tirar o seu máximo rendimento!?

Se o Bailarino concretizará as expectativas que deposito nele, só o futuro o dirá. Contudo a tranquilidade e “cabeça” com que está a aceitar o trabalho que estamos a investir nele, já revela um animal, cuja qualidade supera a média!

Espero que os resultados desportivos confirmem as esperanças que estamos a depositar num animal, que apesar do aspecto, apenas tem três anos!!!!

 

Os meus cumprimentos,

Rodrigo

O Lusitano Danúbio no seu melhor

Posted in Uncategorized on Outubro 27, 2009 by pitamarissa
Danúbio em 26-10-2009

Danúbio em 26-10-2009

Danúbio cabeça

Danúbio

Danúbio

?Um testemunho de Espanha acerca do Puro-Sangue Lusitano?

Posted in Uncategorized on Outubro 9, 2009 by pitamarissa

Caros leitores,

Foi com muita preocupação que terminei a leitura da carta publicitária que abaixo exponho (referente à edição de um livro), e que merecerá a melhor atenção das entidades Oficiais que conduzem os destinos do nosso Puro-Sangue Lusitano.

O fundamento da mesma merece uma investigação profunda, e posterior retirada de consequências, uma vez que renega todo o historial da nossa raça, com o apoio do Ministério da Cultura Espanhol.

Será interessante saber o que a genética molecular pensa dos considerandos expostos no Livro!

Leiam o seguinte artigo:

The Lusitano horse maternal lineage based on mitochondrial D-loop sequence variation

M. S. Lopes*, D. Mendonça*, T. Cymbron*, M. Valera , J. da Costa-Ferreira and A. da Câmara Machado*

  *Department of Agriculture, Biotechnology Centre of Azores, University of Azores, Terra-Chã, 9701-851 Angra do Heroísmo, Portugal .   Departamento de Ciencias Agroflorestales, Escuela Universitaria de Ingeniería Técnica Agrícola, Universidade de Sevilla, Ctra. de Utrera Km.1, 41013-Sevilla, Spain .   Serviço Nacional Coudélico, Coudelaria de Alter, 7440-152 Alter do Chão, Portugal

Correspondence to A. da Câmara Machado, Department of Agriculture, Biotechnology Centre of Azores, University of Azores, Terra-Chã, 9701-851 Angra do Heroísmo, Portugal.
E-mail: amachado@mail.angra.uac.pt

Copyright 2005 International Society for Animal Genetics

KEYWORDS

dam lines • domestication • Equus caballus • Lusitano breed • mitochondrial DNA • studbook

Summary

The analysis of mitochondrial D-loop sequences (408 bp) from 145 Lusitano founder mares yielded a total of 27 different haplotypes. The distribution of these mtDNA sequences was quite unequal, with the three most frequent ones representing 56.5% of all the Lusitano founder mares and 14 haplotypes (51.9%) being rare variants found only once in the sampling. Four main haplotype clusters were present in the Lusitano breed. The comparison of these sequences with other equine haplotypes shows that they fall in groups shared with other horse breeds. These data support the hypothesis of multiple domestication events in many distinct geographic areas over a broad time span. However, the analysis of 145 Lusitano, 55 Pura Raza Española and 18 Sorraia sequences indicates that half of the samples (50.9%) fall in one specific-cluster (A), which has previously been described as characteristic of the Iberian and Northern African horse breeds. The presence of a phylogeographic structure in cluster A associated with its star-like structure was interpreted as suggestive of a centre of horse domestication in the Iberia Peninsula.

 

Vamos aguardar que as nossas entidades Oficiais “esmiúcem” as questões levantada pelo Sr. Altamirano.

Com os melhores cumprimentos,

Rodrigo Coelho de Almeida

 

Carta Altamirano

O marketing da raça Lusitana numa economia de mercado – por Rodrigo Coelho de Almeida

Posted in Uncategorized on Setembro 27, 2009 by pitamarissa

                                                                                                                                           

 marketing

I. Introdução

O objectivo último da construção deste artigo é fazer reflectir os leitores na importância do marketing na condução dos destinos da raça, e de cada coudelaria como parte dessa realidade.

Importa iniciar este artigo com as três dimensões características do conceito de marketing: uma dimensão acção (a conquista dos mercados), uma dimensão análise (a compreensão dos mercados), e uma dimensão cultura (um estado de espírito). O marketing como sistema de pensamento apoia-se numa teoria das escolhas individuais, fundadas no princípio da soberania do comprador.

A soberania do comprador reflecte as suas escolhas e motivações (por gostos, factores culturais, moda, etc.), seguindo o princípio da liberdade individual, e com o objectivo último de alcançar experiências gratificantes. A relação comprador/vendedor é sustentável quando essas experiências geram utilidade para ambas as partes.

 

II. O marketing operacional aplicado à raça

O excelente trabalho que a APSL tem empreendido na área do marketing operacional, reflecte um comportamento voluntarista de conquista dos mercados existentes, através de uma actuação baseada em dar a conhecer e valorizar, junto dos potenciais compradores, as qualidades distintivas do cavalo de raça Lusitana.

A função primária deste tipo de trabalho, cujo horizonte de actuação se situa no curto/médio prazo, é facilitar a procura, e assim, reduzir os custos de prospecção dos compradores, criando volume de negócio.

É inquestionável que presentemente a raça Lusitana vende melhor o seu produto que a congénere Pura Raça Espanhola.

 

III. O futuro da raça associado ao marketing estratégico

Contudo a função do marketing na raça deve transcender o exclusivismo da aplicação do conceito de marketing operacional. Este tem de ser complementado com uma análise sistemática e permanente das necessidades do mercado (permite uma identificação corrente do mercado no qual se pretende concorrer), e no desenvolvimento de conceitos de produtos (essenciais numa estratégia de presença), que para além de apresentarem qualidades distintivas da concorrência, apresentem um desempenho adequado a grupos de compradores específicos (segmentação do mercado).

Serão as motivações de compra a constituírem e estratificarem os segmentos de mercado.

Cabe a quem Dirige os destinos da raça, ou de uma coudelaria, a escolha entre um direccionamento das atenções à totalidade do mercado, ou a sua centralização num ou mais dos segmentos de mercado que compõem o mercado de referência.

 A aplicação deste conceito implícito de marketing estratégico, é a única forma de assegurar ao produtor uma vantagem concorrencial duradoura e defensável.

 

IV. A maiêutica Socrática no contexto do marketing da raça

A Maiêutica Socrática consistia em dar luz a ideias complexas a partir da resposta a questões simples (dentro de determinados contextos). Este Grande filósofo entendia que o “parto” intelectual era a resultante da procura da verdade no interior do Homem.

Deixo as seguintes perguntas para um exercício Socrático:

  1. Que clientes procuro para os meus cavalos?
  2. Quem são os meus concorrentes directos nesta intenção?
  3. Quais os factores-chave de sucesso que tenho de dominar?
  4. Que raças alternativas ou concorrentes indirectos terei de vigiar?
  5. Quem me poderá proporcionar parcerias com interesse?

 

 

ATENÇÃO: não compliquem, não se trata da maiêutica do Sócrates do séc. XXI (o actual Primeiro Ministro português), mas sim a associada ao do séc. IV A.C.!!!!

 

Este artigo é um “briefing” de um trabalho mais completo e estruturado, que brevemente constituirá alvo de publicação.

Bolota da Pitamarissa

Posted in Uncategorized on Setembro 26, 2009 by pitamarissa

… a flying 3 years old Lusitano fillie!

Bolota

Bolota da Pitamarissa (Forcado SS * Madragoa SMV por Famoso SMV)