A primeira ida à Feira da Golegã

 

 

 

Seguramente… dois amigos!    

    Para um criador é deveras gratificante ver a primeira ida de um poldro que viu nascer, à feira da Golegã. É quase como uma apresentação à sociedade de algo que idealizei, vi crescer, e finalmente tive algumas certezas quanto ao carácter. 

Não há dúvida que a ida de um poldro novo à feira da Golegã (neste caso três anos), não deve constituir parte do desbaste, como afirmou, e bem, o meu amigo e cavaleiro Jorge Sousa, mas permite ao criador ter percepções, quanto à forma como reage a situações completamente novas (fundamental na avaliação de carácter). 

Evidentemente que assumi cuidados redobrados, e as vezes que foi ao Largo do Arneiro, já montado, foi sempre muito cedo (hora de menos confusão de carros e cavalos), por volta das 09 – 10 horas da manhã. Quanto a resultados devo dizer que não ganhou nenhuma medalha, pois nunca constituiu opção, a sua inscrição no concurso de modelo e andamentos, mas passou com mérito e distinção a todas as situações novas que lhe foram apresentadas (desde a ida montado para o Arneiro até ao alojamento temporário, mas prolongado, na caseta). 

Depois de toda a esta agitação cabe ao José Santana (equitador que montou o Bailarino na Feira) transmitir-me se a Feira constituiu factor de libertação, de medos e inseguranças, do nosso Bailarino. 

Deixo-vos o registo fotográfico. 

Com amizade, 

Rodrigo 

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