O Eng.º Fernando Sommer D’Andrade e o cavalo Lusitano

Caros amigos,

Pelo teor das palavras que abaixo transcrevo, retiradas do artigo que vos proponho em baixo, decorre a grandeza do homem. Pode dizer-se que a raça Lusitana não seria a mesma sem a família D’Andrade. A escrita é por excelência a melhor forma de comunicação entre gerações. Pela leitura deste extracto podem retirar as vossas conclusões acerca da melhor forma de progresso da humanidade – simples conjecturas e refutações!

Com amizade,

Rodrigo Almeida

 

Semente RCC (M-Questionador SA * Furapastos SA por Zamorim SA e Réptil SA) –Uma das minhas melhores éguas – Um verdadeiro legado genético, genuinamente Andrade

 

“Eu caí no erro de procurar grande demais, se bem soube guardar a capacidade galopadora, pois sempre supus que a guerra a cavalo, o duelo, se faz a galope e nunca a trote. O trote é típico do cavalo de tiro, não do de sela, e o cavalo peninsular foi e é o mais antigo cavalo de sela conhecido. Do mal que eu possa ter feito à raça e induzi os colegas a seguir, me penitencio e arrependo. Não esqueçam que a modificação da base de selecção pode fazer desviar e perder a raça que o passado nos legou e nós temos a obrigação de preservar e legar aos nossos descendentes.”Eng.º Fernando Sommer D’Andrade – in Equus, Outubro de 1988.

 

 

3 thoughts on “O Eng.º Fernando Sommer D’Andrade e o cavalo Lusitano

  1. f.c.s.c.

    tenho gostado de acompanhar a informação que tem trazido a esta página ; existe abertura intelectual para cruzar opiniões e posturas diferentes e até antagónicas acerca do cavalo ibérico nas suas formas actuais , mas é especialmente importante que não se minta acerca do seu passado para que se possa ter uma atitude lucida quanto ao seu futuro e dar pernas para que continue a andar , de preferencia a galope , ao tão recentemente criado “lusitano” ; numa geração o orgão determina a função mas, no fluir das gerações a função determina o orgão .O trabalho que o Dr. Rui de Andrade deixou publicado é notavel e o que realisou ainda mais .Os cavalos montados utilizam-se a passo ou a galope e conduzem-se de preferencia e por necessidade a uma mão , o trote é para os cavalos engatados; as provas de ensino ” dressage ” ,não devem constituir um fim em si mesmas mas apenas um meio a meio caminho .

    Responder
  2. João de Deus

    Estes comentarios de acontecimentos da época,todos se referem como “principais”,os Cavalos na Andaluzia e têm como base essa circunstâmcia….mas o actual Alentejo tambem já existia…e existiam Cavalos por aqui… só que não parece haver historia escrita.
    Essa “Andaluzia” não seria todo o sul da peninsula?
    Ainda hoje esse pormenor se revela com o relevo de tudo o que acontece em Espanha e quase uma obscuridade do que acontece aqui…será sina?….ou pensamos que tem se ser assim?(Antonio Variações).

    Saudações Marialvas

    João de Deus

    Responder

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