Nota informativa da Direcção Geral de Veterinária

 

 http://www.dgv.min-agricultura.pt/destaques/docs/PORTAL%20-West%20Nile%20Virus%20(2).pdf

Nota Informativa sobre a Febre do Nilo Ocidental

 

Informação

Na sequência da notícia do dia 26 de Julho da Direcção Geral de Saúde que se encontra a investigar um caso provável de doença humana por vírus do Nilo Ocidental na região de Lisboa e Vale do Tejo, a Direcção Geral de Veterinária iniciou uma série de medidas de vigilância para determinar a presença da Febre do Nilo Ocidental nas espécies animais sensíveis. As medidas de vigilância assentam essencialmente em medidas de avaliação clínica, epidemiológica e serológica dos animais, designadamente de equinos pelos serviços veterinários e de aves selvagens em colaboração com o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, bem como a sensibilização dos Médicos Veterinários de equinos para a vigilância clínica da doença.

São efectuadas anualmente várias análises para vigilância da doença em equinos e aves selvagens no Laboratório Nacional de Investigação Veterinária. Os resultados das pesquisas de vírus obtidos entre 2006 e 2010 foram todos negativos e totalizam 811 análises.

 

Breve nota sobre a doença

Os hospedeiros primários da Febre do Nilo Ocidental são as aves selvagens. Os mosquitos são os vectores de transmissão do vírus e que mantêm o ciclo da doença entre as aves selvagens e acidentalmente entre as aves selvagens e as pessoas ou os equinos, que são considerados hospedeiros finais do vírus, sem relevância na transmissão desta doença. Algumas aves selvagens são mais susceptíveis que outras. As aves da família corvidae são as mais susceptíveis. A transmissão entre animais domésticos e entre estes e os humanos é improvável, uma vez que nos mamíferos o vírus não se encontra na corrente sanguínea em quantidades suficientes para que os vectores disseminem a doença

 

Medidas preventivas

Como medida preventiva a Direcção Geral de Veterinária aconselha os proprietários de equídeos a:

1. Proteger os equinos da exposição aos mosquitos durante os períodos da sua maior actividade (amanhecer e ao escurecer);

2. Utilizar repelentes de insectos nos períodos de maior actividade do vector quando os animais não estão recolhidos;

3. Utilizar insecticidas em locais adjacentes às instalações em que os animais se encontram, quando se apresentem muito infestados de mosquitos;

4. Eliminar os locais de reprodução de mosquitos como poças e charcos.

5. Informar a DGV da existência de aves selvagens mortas na proximidade dos locais em que os animais são mantidos

 

Lisboa, 28 de Julho 2010

 

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